Mar
09
2009
0

O velho MU, firme e forte

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MU Online é um MMO lançado no final de 2003 e que até hoje reúne jogadores em diversos servidores em todo o mundo - e no Brasil, claro, não poderia ser diferente. 

No início deste ano, o servidor MUDragonBR voltou à ativa e trouxe mais uma opção nacional para os fãs de MU. Para saber um pouco mais sobre o servidor e o sucesso do MU no país, conversei com Charles Ribeiro, da Administração do MUDragonBR. Leia a seguir um pouco da nossa conversa.

Explique-nos, rapidamente, o que é o MUDragonBR.
MUDragonBR é um servidor alternativo de MU Online que foi criado em base do MUCHINA, na época que usava ainda a nossa versão, que é 97d. Ele roda com a modificação de ítens adicional da versão 99, por isso chamamos a nossa versão de 97d+99i (+99 itens).

Quando o server foi lançado?
Foi lançado em 2004, mas parado em 2007 devido a perda de um HD com sistema Raid. Voltamos agora em 2009 e estamos muito confiantes. Voltamos com certeza para ficar.

O server é totalmente gratuito? Há um sistema de doações e recompensas para doadores ou contas premium, como em outros servers?
O MUDragonBR é totalmente gratuito. Somos totalmente contra sistemas de VIP ou similares. Só vendemos ítens, mas a dificuldade de upar é a mesma para todos. Procuramos manter o servidor apenas com compras dos itens e o mantemos com qualidade total.

O que um jogador pode esperar do MUDragonBR? 
O jogador pode esperar um servidor super interessante para quem está começando, pois não é difícil como o oficial e nem muito fácil como a maioria dos alternativos, onde o jogador é capaz de enjoar do jogo em menos de 1 mês.

Quais são as principais características ou diferenciais do server?
O diferencial do nosso servidor é a qualidade de dados. É um servidor dedicado, localizado no Brasil e conta com mais de 5 sistemas anti-hack. Com isso, termos uma excelente versão antiga e com qualidade superior aos demais servidores.

Há outros servers de MU no Brasil. Na tua opinião, por que o MU faz sucesso no Brasil?
Na minha opinião, no Brasil não temos poder aquisitivo para comprar boas máquinas que rodem jogos mais pesados. E o MU satisfaz isso, rodando em computadores até com 256Mb de memória e 1GHz de processador. Além de ser um jogo de RPG super simples de enteder e gostoso de se jogar. Está aí o motivo do sucesso do MU no Brasil.

Pra finalizar, uma dica pra quem, como eu, ainda não jogou MU?
Converse com algum amigo que já jogou ou que joga ainda, é tudo bem simples de entender. Outra dica é se registrar no fórum do forum.muonlinebr.com e ver os tutoriais para quem está começando mesmo. Mas qualquer dúvida pode entrar em contato conosco!

Para jogar no MUDragonBR é só se registrar no site e baixar o cliente, que tem meros de 50 MB, e, opcionalmente, baixar os outros 50 MB do pack de áudio.

» Site do MUDragonBR

» Mais sobre MU Online na Wikipedia

Mar
05
2009
3

Sangue novo: Requiem Bloodymare updated

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Requiem: Bloodymare se auto-intitula o primeiro MMO de horror, e realmente o é (se alguém aí discorda, comente). Alguém aí já jogou?

Eu joguei Requiem por alguns dias e posso dizer que é um bom jogo, um tanto facilitado demais ali no início, mas que tem alguns elementos interessantes. No entanto, praticamente todos estes elementos ficam na parte do visual.

Até o nível 10 do meu char, pouquíssima ou nenhuma história foi desenvolvida. Foram várias quests, mas bem poucas que enriquecessem o ambiente e o lore do game. Por estas e outras é que desisti do Requiem para procurar algo mais interessante.

Conhecendo a própria situação, a Gravity, produtora de Requiem, acaba de disponibilzar uma nova versão do jogo, com algumas novidades e um bonus de 100% de XP para os jogadores que retornem ao game.

Só por ter um bom apelo visual, Requiem não se sustenta, mas sua atmosfera, seu tema e seu posicionamento o colocam em evidência entre os demais MMOs. Se a nova versão trouxer elementos que desenvolvam melhor a história e levar o game para além dos jorros de sangue, Requiem pode ganhar popularidade e vir a se destacar entre os MMOs F2P.

Pra conferir, estou baixando Requiem de novo. Se vai valer a pena, ou não, eu conto depois. Se quiser saber mais, visite o site: http://www.playrequiem.com.

Mar
01
2009
3

Priston Tale 2 & Key to Play - como não lançar um MMO

pt2-fiasco

Priston Tale é um dos incontáveis MMOs coreanos que deram certo mundo afora. O game chegou ao Brasil em 2004 através da Kaizen Games (cujo site não é atualizado desde 2007!) e logo se tornou um caso de sucesso, que ajudou a disseminar o conceito de MMOs no país. Provavelmente, foi o primeiro F2P (free to play) comercial a dar certo por aqui e a ser destacado pela mídia verde-amarela.

O sucesso munidal do game deu origem a uma nova produção, na verdade, a um remake com gráficos melhorados e algumas novas features. Anunciado em 2006, Priston Tale 2 abriu  seu primeiro Closed Beta ocidental no final de 2008 por meio de uma companhia chamada Key to Play. Desde então, o lançamento do PT2 tem se mostrado um verdadeiro case de como NÃO lançar um MMO - e de como afundar uma companhia de games.

A Key to Play é uma empresa nova no setor e Priston Tale 2 é o primeiro jogo comercializado por ela.  Com vários problemas de (falta de) comunicação, desleixo e desrespeito com os jogadores, o período de testes fechados  gerou um tremendo buzz negativo. “Mas ok, o game promete e a Key to Play ainda tem que ganhar experiência, por isso vamos relevar e esperar o Open Beta”. Então que o auge do circo se deu no tão esperado lançamento do Open Beta, no dia 14/02. Desde este dia, centenas (ou milhares?) de pessoas não conseguem entrar no game devido à total incompetência da Key to Play. 

O principal problema em todo o processo de divulgação e lançamento do PT2 está exatamente no site do jogo. Nele os visitantes encontram frases descoladas, imagens legais e vídeos impactantes que vendem a idéia de um tremendo game. Até aqui, nada fora do normal. Tudo conspira para que o visitante faça o cadastro e baixe os tantos gigas para instalação de Priston Tale 2. 

Game instalado, conta registrada, chega a hora de jogar, finalmente, o Open Beta. E aí vai tudo por água abaixo! Sim, porque depois de aguentar pacientemente o desleixo da Key to Play durante o Closed Beta e baixar mais alguns patches, você se vê banido do game. Se você não está entre alguns poucos países escolhidos, você é barrado ao tentar efetuar o login. Mas como assim? Não é um Full Open Beta??? Pois alguém esqueceu de avisar a TODOS os jogadores das Américas, da Ásia, da Oceania e da África que o game só seria aberto para a Europa - e ainda assim,  Rússia e Turquia também  ficaram de fora.

Acontece que a Key to Play detém os direitos de comercialização do PT2 apenas na Europa. No entanto não há aviso algum em qualquer parte do site de que o game seria aberto apenas para a Europa. Se você está no Quênia, na Australia ou no Brasil você pode se registrar e baixar o jogo, mas NÃO, você não pode jogá-lo. Em algum lugar na área de suporte do site da Key to Play há um post que avisa aos gamers mineradores de plantão que há uma restrição de acesso por IPs e lista os 43 países liberados. O mais grave é que o post é de novembro de 2008 e ainda assim não há aviso algum no restante do site.

Com tudo isso, o site do Priston Tale 2 vai se transformando em uma coleção de reclamações e desabafos dos gamers banidos. Basta dar uma olhada nos comentários da notícia de lançamento do Open Beta. O novo game que está sendo lançado pela companhia parece que vai tomar o mesmo rumo, pois no site não há qualquer aviso sobre a restrição de acessos - só há uma notinha no final da notícia de lançamento do closed beta.

O máximo da ironia fica por conta dos materiais de divulgação de Priston Tale 2, onde se lê a seguinte frase: WE CAN’T WIN WITHOUT YOU! Bom, se ao menos fosse possível jogar…

PS.: E tem mais essa agora: Priston Tale 3!?!?!?

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