Transmog: Blood & Fire
Minha primeira brincadeira com transmogrificação. Coisa bem simples, mas que tomou uns dias pra conseguir catar todos os itens.
Na real, de todos os itens, apenas 3 foram transmogrificados. Como a personagem está no nível de uso de alguns dos itens que escolhi, não precisei transmog todos eles.
O que temos ali:
- Chest: The Exarch’s Protector
- Head: Helm of Infinite Visions
- Shoulders: Darkcrest Pauldrons
- Wrists: Blodscale Bracers
- Hands: Bloodscale Gauntlets
- Shield: Skullflame Shield
- Weapon: Cristalline Kopesh
- Feet: Bloodscale Sabatons
- Legs: Bloodscale Legguards
- Waits: Boulderfist Belt
- Cloak: Warmaul Defender’s Cloak
Chamei o set de Blood & Fire por razões meio óbvias, já que utilizei itens do set Bloodscale Plate como base, mais espada e escudo em chamas (confira no vídeo abaixo). O set Darkcrest Plate tem itens que cairiam bem, como o shoulder ali, mas o chest Exarch’s Protector e o helm Infinite Visions me parecem bem mais legais.
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Transmogrificar pra quê?

Quando a Blizzard começou a falar sobre o que viria a ser a Transmogrificação, eu achei que seria uma feature interessante, mas que também era uma desculpa meio esfarrapada para evitar ter que lidar com as complexidades que a livre personalização dos equipamentos poderia trazer. Felizmente, eu não tinha me dado conta até onde a transmog poderia chegar.
Em poucas palavras, Transmogrificação é trocar o visual de um item pelo visual de outro, seguindo algumas limitações. As estatísticas de ambos os itens são mantidas intocadas, o item alterado passa apenas a ter o visual do item original.
Através da transmogrificação, World of Warcraft passou a atender uma solicitação histórica dos jogadores, que era a personalização dos equipamentos. Outros MMOs já ofereciam funcionalidades de alteração cosmética de equipamentos, mas geralmente se baseavam na sobreposição de itens, para dar ao item original um novo look. A idéia de copiar o visual de um item para outro foi uma grande sacada para o WoW.
A partir da transmog, os jogadores puderam trazer de volta antigos sets, guardados há tempos e que só ocupavam lugar no banco. De uma hora para outra, todos voltaram a cavocar seus bancos, pesquisar sobre os Tiers antigos e a reviver raids de tempos passados. Com a transmog, a Blizzard conseguiu trazer para o WoW parte do conteúdo antigo, esquecido – mas ainda muito importante para entender por completo a lore do jogo.
Se engana quem pensa que transmog é coisa de menina. Basta dar uma passeada em Orgrimmar e Stormwind para ver paladinos, guerreiros e druidas exibindo sua virilidade com peças transmogrifadas. No entanto, a transmog é uma funcionalidade que traz um outro viés para as meninas de World of Warcraft. É uma nova face do jogo, onde a vaidade dá o tom da diversão e traz à tona o lado fashionista de cada jogador. Já conheci alguns bons blogs sobre o assunto, onde a transmog é ‘levada a sério’ e há posts bem elaborados sobre como, porque e o que fazer para vestir o seu char à caráter. E, aparentemente, são elas que dão o tom destas conversas mais sérias, mas não pense que estão desacompanhadas. Vaidade não é coisa de menina.
Transmog é para divertir, simples assim. É um outro motivo para se estar no jogo, para reviver ou conhecer conteúdos anteriores, para movimentar um pouco a economia ingame e, acima de tudo, para mostrar a todos como todos nós gostamos de nos mostrar.
Confira ainda esse post divertido e ilustrativo do WoW Insider: WoW meets Nintendo
E conheça alguns sites interessantes sobre Transmog:
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