Nov
23
2008
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Taiko-Doom

 

Supernova

 

Bem que tentei, mas, neste exato momento, estou desinstalando o Taikodom.

Quando você instala um jogo qualquer, o mínimo que espera é poder se descontrair. Agora, se você quer um jogo para se estressar, recomendo o Taikodom.

O ‘primeiro jogo 100% brasileiro’, lançado (novamente) em outubro deste ano, não está pronto. Eu diria que não está sequer em beta, mas, mesmo assim, o produtor já fala em expansões e novas features. Se eu fosse um produtor ou patrocinador, não teria tido a coragem de colocar no ar um jogo como o Taikodom em seu estágio atual.

Os primeiros passos dentro do jogo foram uma boa surpresa. Gráficos decentes, bom áudio, ambientação legal. Até pensei ‘opa, lgal, os caras fizeram um game de primeira’. Tudo certo até a primeira missão, que era destruir uma navezinha inimiga. Uma missão simples, para o jogador iniciante começar a se ambientar com a interface e os comandos do jogo. Só que, logo na primeira ação solicitada pelo jogo, tive que repeti-la umas 10 vezes até que fosse reconhecida (ou não) pelo sistema. Quando destruí a nave inimiga, o jogo, de novo, não reconheceu. Destruí mais umas 20 naves e nada. P da vida, Saí do jogo.

No dia seguinte, resolvi dar outra chance ao Taikodom. Crieu um novo personagem e aí foi, cumpri a primeira e algumas outras missões. Então comecei a notar outros problemas, menos graves, mas irritantes mesmo assim. A maior parte seria resolvida com mais informações dentro do jogo, tanto em relação à interface quanto às missões. 

Um dia depois, simplesmente não consegui jogar, tamanho o lag. Saí do Taikodom e entrei em outro jogo. Não era um problema da minha conexão, nem do PC, era do servidor do Taikodom mesmo. Só que um dos supostos diferenciais do game era ser ‘o primeiro game massivo do mundo a rodar em servidor Mainframe, da IBM‘. Nem voltei ao Taikodom.

Hoje entrei novamente no jogo e os mesmos problemas se repetiram - lag infernal e missões mal desenhadas. P da vida de novo, saí do jogo e fui pro Google atrás de informações de outros gamers. 

Infelizmente, só achei comentários de jogadores decepcionados, que reforçam tudo o que eu escrevi aqui. Foram R$ 15 milhões investidos em um game que só deixa a desejar, apesar do potencial. Eu realmente gostaria de estar elogiando o Taikodom, mas não vou falar bem de um jogo só porque ele é brasileiro. Além do mais, parece que há mais do que inexperiência por trás do tempo e dinheiros (mal) investidos no desenvolvimento.

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Nov
16
2008
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MMO vai devolver dinheiro dos jogadores

zera-mmorpg-2

A empresa coreana Nexon, mais conhecida pelos games Maple Story e Kart Rider, está planejando tirar do ar, em janeiro/09,  o MMO ZerA. O game, que levou 3 anos e cerca de 7,5 milhões de dólares para ser desenvolvido, sestá no ar desde o início de 2006 mas não vingou na Coreia e também não conseguiu se expandir para outros países.

Até aí, nada de anormal, tendo-se em mente que um MMO é um produto (ou serviço?) como qualquer outro, que tem por objetivo dar lucro ao seu desenvolvedor - e diversão aos consumidores. Com a leva de MMOs que surge a cada ano, seria de estranhar se um ou outro não tivesse os aparelhos desligados.

O fato curioso é que a Nexon planeja devolver o dinheiro dos jogadores que possuirem itens comprados no jogo quando ele sair do ar. Se isso acontecer, e dependendo de como isso acontecer, poderá gerar um bom precedente para casos semelhantes. Certamente, a Nexon espera ganhar algo com isso e pode sair dessa com a marca valendo mais do que antes do fracasso de ZerA.

 

OBS.: A imensa maioria dos MMOs é Free to Play, ou seja, você não paga nada para jogar. No entanto, itens melhores e certas vantagens e facilidades no jogo ou nos personagens somente podem ser adquiridos com dinheiro real, comprando online nos sites dos games. 

Para fechar, fica uma frase de um diretor da coreana Neowiz Games, bem ilustrada pelo sucesso do Wii:

Pode-se dizer que as companhias [de games] estão começando a pagar pela sua falta de criatividade e investimento em tecnologia.

Via Kotaku + Korea Times

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Nov
05
2008
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RPG no GPS nos USA

Imagine um MMORPG em tempo real onde as aventuras se passam no mapa da sua cidade. Nos Estados Unidos, quem tem um iPhone ou um celular com Android pode jogar Parallel Kingdom, um RPG que usa o GPS para colocar os jogadores em uma realidade paralela que acontece ‘em cima’ do mundo real.

É como se você estivesse caminhando tranqüilamente pela rua e fosse emboscado por um Troll. Parece divertido. Obviamente não há apenas criaturas, você pode interagir (sendo legal ou não) com outras pessoas e até erguer suas construções.

Neste momento, o site do Parallel Kingdom não traz muita informação, mas o pouco que tem já abre cancha para várias idéias. O game está no comecinho (foi lançado em 31/10), mas acho que ele é como uma frestinha minúscula numa porta que vai dar passagem para aplicações sociais elefantásticas. A idéia pode não ser tão inovadora, mas não recordo de alguém tê-la posto em prática até agora.

Se os mapas dos MUDs e dos MMOs são grandes, imagine um mapa com as dimensões (e becos e buracos e prédios e metrôs e rios e esgotos …) de uma cidade como São Paulo? Detalhe: o mapa está pronto, os jogadores estão aí e a tecnologia já está madura. Falta juntar tudo e popularizar - o que, cá entre nós, não vai ser difícil nos outros mundos acima do nosso.

Fica aí uma propaganda do Parallel Kindogm ‘em ação’.

Written by MMOmagnet in: gamethinking, software | Tags: , |

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